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Nota sobre o autor

[texto: Tinta da China edições]

Escritor e historiador, nascido em Lisboa em 1972, Rui Tavares dedica-se à história e crítica da arte e da literatura, bem como das relações entre cultura, política e ciência no Iluminismo. Na blogosfera é mais conhecido por ter sido fundador e um dos mentores (com alguns dos seus melhores amigos) do Barnabé.

Licenciado em História, variante de História da Arte, pela Universidade Nova de Lisboa. Mestre em Ciências Sociais pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Doutorando em Histoire et Civilisation na École des Hautes Études en Sciences Sociales [EHESS], de Paris. Os seus trabalhos têm sido apresentados em colóquios – e publicados em revistas académicas – nacionais e internacionais. Foi visiting scholar na City University of New York [CUNY] e professor (de História da Fotografia, Teoria da Imagem e Teoria da Comunicação) no Instituto de Arte e Design [IADE] de Lisboa.

Durante os anos noventa foi crítico de arte residente do semanário e jornalista cultural na revista mensal Vida Mundial. Entre outras colaborações dispersas na imprensa nacional, publicou artigos na Grande Reportagem (sobre a Ilha do Fogo – uma paixão de referência); Público; Expresso; Prototypo; História e Relações Internacionais, entre outras. Mais recentemente tem sido o responsável pelas secções de Museus e Monumentos da Agenda LX. Autor de O Labirinto Censório. A Real Mesa Censória sob Pombal (1768-177); Dom João II; Trás-os-Montes [com João Silva] e Barnabé [com André Belo, Celso Martins, Daniel Oliveira e Pedro Oliveira]. Tradutor e organizador de edições de Molière, Voltaire, Balzac, pseudo-Séneca [e Paulo de Tarso], Giordano Bruno, entre outros.

Um CV detalhado pode ser encontrado aqui.

Comments

Gostei muito do teu ensaio. Ainda lembro como na nossa rua de infância tinhas pouco jeito para o futebol...

Pouco jeito para o futebol?! Calúnias!

;-) Um abraço

kixakaaibk xhepysnrk

Caro Dr. Rui Tavares

O objectivo desta mensagem é o seguinte:

O Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC)faz 20 anos este ano e todos os que aqui trabalhamos em linguística pensámos fazer uma pequena comemoração. Em conjunto de seniores e jovens, imaginámos um encontro de dois dias muito simples, com duas mesas redondas em cada dia. No primeiro dia trataríamos dos CONTRIBUTOS DA LINGUÍSTICA PARA O USO DA LÍNGUA PORTUGUESAe no segundo, A LÍNGUA PORTUGUESA NO SÉCULO XXI: NOVOS USOS. Nas mesas redondas teríamos linguistas. A seguir, de manhã e de tarde, dedicaríamos um bom tempo para debate das questões tratadas ou de outras que fossem surgindo.

Para animar as discussões e trazer alguma novidade ao pensamento sobre a língua portuguesa, pensámos convidar para cada um dos dias algumas pessoas que trabalham com questões de língua mas não sãoprofissionais "encartados". Assim, lembrámo-nos de si porque já temos visto, nas usas crónicas que apreciamos, que as questões da língua o interessam e gostaríamos de ouvir a sua opinião, num debate em que se discutissem conceitos acerca de "bom" e "mau" português, ou "o que têm os linguistas a dizer sobre a ideia de que se fala mal o português ", ou "o que é isso de ser linguista". O que acha? Parece-lhe um desafio interessante? Grande parte do interesse vai depender da imaginação de todos nós e da nossa ligação à realidade. Os moderadores das quatro mesas seriam pessoas que fazem parte do passado do ILTEC e que aguentaram vários anos no Instituto.

O encontro será na Gulbenkian, Auditório 3, nos dias 30 de Junho e 1 de Julho.

Evidentemente, vamos fazer um convite formal, mas combinámos que eu falaria às pessoas para saber se têm disponibilidade e querem celebrar connosco. Se puder responder com brevidade, eu agradeço.

Saudades amigas da

Maria Helena Mira Mateus

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